SEGUIR E DEIXAR IR (viver é assim)
Procuramos sentido nas coisas, procuramos dar sentido às coisas.
Ao acordar muitos abrem os olhos, mas poucos são aqueles que conseguem enxergar.
O outono que nos invade é um lugar intranqüilo, cinza e sem sentido, de onde fugimos sempre.
Uma vida filosófica ou uma estação de trens não fazem sentido quando não entendemos seus mecanismos, e é essa viagem feita da janela, onde deixamos para trás paisagens e amigos que nos torna desatentos e aflitos com relação ao sentido das coisas.
A vida é em muitos sentidos e cantos escuros uma metáfora, um enigma: Decifra-me ou te devoro! Conhece a ti mesmo!
Realmente há sentido nas coisas?
Há sentido em procurarmos o sentido das coisas?
Há coisas sem sentido que nos trás valores e experiências arrebatadoras.
Então viver é assim: uma aventura e uma desventura; um seguir e um deixar ir...além!