1 > Faculdade de cada um se decidir ou agir segundo a própria determinação.
2 > "...Liberdade, essa palavra
que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique
e ninguém que não entenda..."
- CECÍLIA MEIRELES -
3 > A liberdade não tem justiça, nem ética, muito menos moral!!!!
Sexta-feira, Fevereiro 05, 2010
Segunda-feira, Fevereiro 01, 2010
Enredo tolo!
Quando falo para que você me ouça
Na verdade falo ao vento.
Todas as palavras estão soltas
No varal de nossas dores.
Quando falo para que você me ouça
Na verdade não ouço o que você me diz.
Todas as palavras estão soltas
Nos bocas que o mundo tem.
Na verdade o que eu quero dizer
Já lhe disse antes sem perceber.
Foram aqueles olhares trocados ao entardecer.
Amanhã tudo estará diferente menos eu e você
E não há porque chorar ou sofrer pelas coisas que passaram
Porque a tendência das coisas é ficar no passado
Quando falo para que você me ouça
Na verdade falo ao vento
E espero que minha voz chegue
Ao seus ouvidos.
Na verdade falo ao vento.
Todas as palavras estão soltas
No varal de nossas dores.
Quando falo para que você me ouça
Na verdade não ouço o que você me diz.
Todas as palavras estão soltas
Nos bocas que o mundo tem.
Na verdade o que eu quero dizer
Já lhe disse antes sem perceber.
Foram aqueles olhares trocados ao entardecer.
Amanhã tudo estará diferente menos eu e você
E não há porque chorar ou sofrer pelas coisas que passaram
Porque a tendência das coisas é ficar no passado
Quando falo para que você me ouça
Na verdade falo ao vento
E espero que minha voz chegue
Ao seus ouvidos.
Sexta-feira, Janeiro 29, 2010
Impulso!

Só falta eu seguir meu impulso
Mas ao invés de me levar ele me arremessa
Meu impulso é um motor externo a mim
O pulso gelado da morte que me puxa
Meu impulso é meu desejo
Se o desejo é a morte, porque não posso realizá-lo?
Meu impulso é livre como eu
Mas a morte depende de mim
O amanhã não virá: nunca houve um amanhã
O mundo gira sem consciência de que é mundo
Só eu sou consciência!
Só eu sei que o mundo não me vencerá
Nem ela vira me salvar.
Quinta-feira, Janeiro 28, 2010
Colaboração!!!!
O texto abaixo é de um grande amigo meu: Roberto Prado.
Postei ele aqui porque achei o poema extraordinário!!!
Não corte os pulsos
Desligue a Billie
Ponha o copo no chão
Lentamente feche a janela
Não corte os pulsos
Guarde a faca de volta na gaveta
Ponha o disco de volta na capa
A Billie não pode ajudá-lo nesse momento
A bebida só anestesia
Mas não o faz esquecer
Repita e repita
a si mesmo)
Não corte os pulsos
Aquelas cartas
Aquelas linhas tortas de paixão
Aquelas folhas amassadas
Rasgadas
rabiscadas
Esqueça tudo isso
Esqueça
E lembre-se
Não corte os pulsos
Tente amanhã
Tente outra vez amanhã
Mas para haver um amanhã
É preciso muito que você
Não corte os pulsos
Postei ele aqui porque achei o poema extraordinário!!!
Não corte os pulsos
Desligue a Billie
Ponha o copo no chão
Lentamente feche a janela
Não corte os pulsos
Guarde a faca de volta na gaveta
Ponha o disco de volta na capa
A Billie não pode ajudá-lo nesse momento
A bebida só anestesia
Mas não o faz esquecer
Repita e repita
a si mesmo)
Não corte os pulsos
Aquelas cartas
Aquelas linhas tortas de paixão
Aquelas folhas amassadas
Rasgadas
rabiscadas
Esqueça tudo isso
Esqueça
E lembre-se
Não corte os pulsos
Tente amanhã
Tente outra vez amanhã
Mas para haver um amanhã
É preciso muito que você
Não corte os pulsos
Quarta-feira, Janeiro 27, 2010
Procurando novos leitores

Se você chegou até aqui é porque está procurando novos escritores. Perfeito! Porque eu estou procurando novos leitores. Juntemos, pois, o útil ao agradável e comecemos agora uma nova parceria entre mim e você. A partir de hoje coloque este blog nos seus favoritos e prepara-se para novas experiências literárias.
Mas, se você chegou aqui por engano, é porque estava escrito nas estrelas que me encontraria. Divirta-se então e vire um leitor.
Leia, comente, critique, sugestione, apaixone-se!!!
Sexta-feira, Janeiro 15, 2010
Um Clássico!
Arthur C. Stendell em seu manual sobre a fabricação de nuvens, especifica algumas medidas importantes a serem tomadas quando alguém estiver disposto à produção, tanto em massa, quanto em pequena escala – talvez visando apenas um comércio local – de tipos de nuvens para comércio. Entre elas podemos citar primeiramente a importância da observação meticulosa e paciente das condições atmosféricas do local onde se pretende abrir o negócio. Sim, porque a fabricação de nuvens é regida por um órgão que não admite a troca de local do estabelecimento – querendo com isso evitar o monopólio de um único fabricante, ou pior, a guerra entre eles. É o local que determina a quantidade, forma e estrutura da nuvem a ser fabricada.
Ainda em seu manual, na página sessenta e quatro ele explica:
“Para que haja a formação de nuvens é necessário que parte do vapor d’água contido na atmosfera se condense, formando pequenas gotículas de água, ou solidifique, formando minúsculos cristais de gelo. A esta formação, ou aglomerado de cristais de gelo e gotículas damos o nome de nebulosidade.”
Sabe-se ainda que, neste mesmo livro ele expõe os pormenores de toda a parte burocrática com relação às especificações de “nuvens para chuva” e “nuvens para simples decoração do espaço aéreo”, incluindo as coordenadas estabelecidas de sua área de abrangência e a altura, esta determinada exclusivamente para cada tipo de nuvem.
Saber exatamente onde e como fabricar sua própria nuvem é essencial para o bom andamento do negócio. As especificações técnicas que abrangem entre outras áreas a segurança, também podem ser encontradas no livro “Normas Técnicas para a Condensação da Água para a Fabricação de Cristais de Gelo.”
Mas não vou falar aqui da parte burocrática nem técnica, que certamente não é a que mais interessa o leitor neste momento, falarei do processo de fabricação e dos modos – particulares – do exercício da preparação.
Se o leitor quiser se aprofundar ainda mais no tema, sugiro que leiam W.C. Scotty , que narra sua aventura particular com uma de suas nuvens mais famosas.
Particularmente acho que algumas pesquisas na internet também irão ajudar no momento da escolha do tipo certo de nuvem que se quer fabricar. Alguns designs são simplesmente incríveis.
E vejam só, pode-se inclusive, comprar um kit com cristais de gelo e canhão de 12 polegadas, ou uma incrível máquina que prepara sozinha a nebulosidade. No caso do kit, você vai precisar contratar os serviços de uma empresa que prepare a nebulosidade e a carregue até a altura ideal para seu tipo de nuvem, e claro uma licença municipal, estadual ou federal para usar o espaço aéreo no local determinado, dependendo do tipo de empresa que você tem. Empresas locais necessitam apenas de uma licença da prefeitura. Já a máquina que prepara a nebulosidade, esta sim já vem com todas as licenças para uso geral-padrão, é bem mais caro, mas dependendo do tamanho do seu negócio, vale o investimento.
Em 1860, a fabricação de nuvens, de chuva ou decorativas era um negócio pouco explorado, mas como sabemos a necessidade é a mãe das invenções, e Juan Estorero inventou e patenteou uma máquina que fabricava os cristais em 1861 .
Em sua casa na cidade de Charaña na divisa com o Chile, Estorero observava um céu claro – completamente azul - e sem uma única nuvem para lhe aguçar a imaginação – como na brincadeira de criar coisas ou animais com as formas das nuvens.
E pensou que num dia tão belo quanto aquele, as pessoas não deveriam passar seus momentos sem um ofício para a mente, e inclusive, pensou também no fato de que, sem as nuvens, o dia ficava muito mais quente que de costume, e assim, de uma necessidade e um capricho, inventou a primeira máquina de fabricar cristais de gelo condensando-os para criar nuvens. Ainda nesta época não existiam os canhões que arremessavam os cristais na atmosfera criando a nebulosidade.
De qualquer maneira começa nesta época a fabricação de nuvens decorativas, que hoje se constitui numa arte para poucos gênios do design.
Quanto ao aspecto: a aparência geral de uma pessoa pode indicar aos nossos olhos e sentidos se ela é agradável ou não a nós, isto também acontece com as nuvens. Quando olhamos para as cinzas sabemos que há probabilidade de chover, enquanto que se ela é totalmente branca nos traz um sensação de beleza e frescor. Então imagine que uma pessoa cinza é uma nuvem de chuva e outra bonita é uma nuvem branca. Não, não pense nada disso, isto é preconceito, nem pessoas nem nuvens merecem isso.
Quanto à constituição: imagine um aglomerado de pessoas de mesma condição sócio-econômica ou credo por exemplo, isto se denomina uma constituição. Entre elas existem as otimistas, as pessimistas e as realistas, criando assim uma espécie de divisão de grupos. Com as nuvens acontece a mesma coisa. Existem as sólidas, as líquidas e as mistas, que embora sejam uma constituição de nuvens também estão dividas em classes. E pensando bem não é bom para as pessoas serem divididas em classes, pois isso geraria uma luta entre elas, criando uma divisão nada agradável de castas que lutariam pelo poder, constituindo assim uma dominação desigual, pois os mais equipados teriam mais vantagens que desvantagem nessa luta. Com as nuvens também não seria legal, principalmente porque um profissional do ramo não pode escolher qual tipo de nuvem é mais bonita ou agradável que outra, pois isso geraria um caos orçamentário, sem contar que órgãos federais exigem e fiscalizam a isonomia dos tipos de nuvens em todo o território nacional.
Quanto ao estágio: a produção industrial advinda da revolução acontecida no fim do século dezenove, produziu uma espécie de explosão tecnológica e financeira no mundo, dividindo as pessoas em classe sociais cada vez mais diferenciadas, ou seja, os ricos enriqueceram muito mais, os pobres continuaram pobres e, ao invés de plantar sua própria comida, viraram empregados dela, pois o emprego em fábricas e indústrias mudou essa relação do homem com a terra e seus produtos. Evidenciou-se muito mais as diferenças das classes sociais. Com as nuvens podemos dizer – numa metáfora tardia – que essa relação é muito parecida: existem as baixas, as médias e as altas.
Por ser tratar de uma condição de nossa mente, subjetivar as coisas é normal, e não poderíamos deixar de fazê-la com as nuvens. Assim, as baixas são as menos importantes, as médias são simpáticas e as altas são as mais belas e melhores.
Mas deixando de lado toda essa idiossincrasia com relação à fabricação de nuvens, é pertinente dizer que vale mesmo o feeling nessas horas.
Faço aqui um breve relato particular de como consegui produzir a minha primeira nuvem, e é claro, não posso esquecer de dizer que: se você não tem uma mente criativa que fixe a priori a idéia da nuvem dentro de sua cabeça antes mesmo de sua confecção, não há porque nem sentido em começar a fabricá-la fisicamente.
Um estado de bom humor e aceitação já é um bom começo, os estágios mais avançados requerem um nível de concentração que você só encontrará na meditação, na yoga etc...
Faça, logo que acordar e ainda em sua cama, uma prece dirigida a qualquer coisa que você creia, não importa se é física ou não, isto serve para liberar a endorfina acumulada durante o sono. Isto serve para ligar o motor da mente criativa. Em seguida, com os pés descalços pressione os dedos contra o chão, um de cada vez, apoiando a mão na cama para ter uma pressão mais uniforme. Esse exercício serve para endurecer as pontas dos dedos – vai que hoje seu carro quebrou e terá de ir trabalhar de ônibus.
Veja bem, não há motivo para estresse. Lembre-se de que estás prestes a criar sua primeira nuvem e o equilíbrio emocional é muito importante.
Arranje um horário em que não será incomodado por ninguém e deite com as costas contra o chão, fixe seu olhar no céu num ponto em que não haja uma nuvem já pronta, pense em como a sua relação com o mundo à sua volta determina suas atitudes, pense na relação de perda e ganho com você mesmo, sinta-se parte da paisagem.
Viu? Não é tão difícil assim. Seguindo estes passos, uma imagem será criada em sua mente, então transfira essa imagem para o papel em palavras, diga como está se sentindo. Então espere o dia seguinte e, novamente quando acordar, pegue este papel e crie a imagem de uma nuvem baseado no texto.
Pronto, você acaba de criar sua primeira nuvem.
Para saber como criar tempestades, leia meu mais novo livro “Criando tempestades em onze passos”, da editora costa-prado.
A sexta história
"Quando aquele inseto grotesco deu as caras no chão do restaurante, duas perguntas me vieram a mente: o que diriam Clarice (A quinta história) e Kafka (Metamorfose) se estivessem na mesa comigo e o Ranzinza?, que nova história contariam? Mas eles não estavam lá, apenas eu e o Ranzinza."
Gregor escapou ileso da viagem de Kombi. Veio confortavelmente instalado no engradado de madeira que sustentava o freezer estilo retro que seria instalado na parede do restaurante - exatamente onde ficava a mesa – em que eu e o Ranzinza tomávamos nosso religioso café: o dele com leite, o meu puro.
E eis que surge – talvez vítima dos solavancos dos carregadores – um ortóptero onívoro, de corpo achatado e oval, que põe ovos em ootecas, que pode ser silvestre ou doméstico, e tem hábitos noturnos: uma barata. Que salta esbaforida e apressada da proteção do congelador.
Talvez vítima de uma viagem cheia de sacudidelas, ela tenha perdido a noção do espaço a sua volta, porque correu em direção às botas do entregador que suava para colocar o objeto supra, no local indicado pelo gerente do lugar. E para minha surpresa e a do Ranzinza, sobreviveu ilesa. Tomou nova direção sem saber direito o por quê? Não me perguntem. Correu em direção às mesas onde almoçavam os clientes – todos do sexo feminino – causando repugnância, medo e pavor entre elas.
Se houvesse apenas uma Clarice entre elas, o inseto não teria chance alguma.
De imediato chamei o gerente do lugar, alertando-o do novo e indesejável visitante. Entre gemidos e murmúrios femininos, ele saiu à caça do inseto.
Esta ali, disse uma, não!, foi pra lá, alertou a outra...e teve aquela que quase subiu na cadeira. Eu e o Ranzinza olhávamos aquela cena sem acreditar: o gerente suando, correndo atrás da barata, e as mulheres saindo das mesas, arrastando cadeiras e quase subindo pelas paredes – quem não subiu mesmo foi a barata.
Mas o que nos incomodava não era aquele inseto, nem a luta travada pelo gerente para dar cabo daquele problema e fazer com que as fugitivas voltassem aos seus lugares e terminassem o almoço – se isso fosse possível, depois daquela mixórdia.
O que nos incomodava era o frezzer. Aquele objeto de metal de um metro e oitenta de altura havia nos expulsado de nosso sacrossanto lugar. Aquele impávido colosso retrô, pintado de erva-doce (sim, isso é nome de cor) era agora o nosso inimigo – sempre será.
O restaurante precisa evoluir, prestar novos serviços, vender mais produtos, aumentar os lucros – afinal, ninguém come uma porção de calabresa acebolada com café!
No final das contas ambos perdemos a batalha: a barata para o gerente, nós para o lucro!!!
Gregor escapou ileso da viagem de Kombi. Veio confortavelmente instalado no engradado de madeira que sustentava o freezer estilo retro que seria instalado na parede do restaurante - exatamente onde ficava a mesa – em que eu e o Ranzinza tomávamos nosso religioso café: o dele com leite, o meu puro.
E eis que surge – talvez vítima dos solavancos dos carregadores – um ortóptero onívoro, de corpo achatado e oval, que põe ovos em ootecas, que pode ser silvestre ou doméstico, e tem hábitos noturnos: uma barata. Que salta esbaforida e apressada da proteção do congelador.
Talvez vítima de uma viagem cheia de sacudidelas, ela tenha perdido a noção do espaço a sua volta, porque correu em direção às botas do entregador que suava para colocar o objeto supra, no local indicado pelo gerente do lugar. E para minha surpresa e a do Ranzinza, sobreviveu ilesa. Tomou nova direção sem saber direito o por quê? Não me perguntem. Correu em direção às mesas onde almoçavam os clientes – todos do sexo feminino – causando repugnância, medo e pavor entre elas.
Se houvesse apenas uma Clarice entre elas, o inseto não teria chance alguma.
De imediato chamei o gerente do lugar, alertando-o do novo e indesejável visitante. Entre gemidos e murmúrios femininos, ele saiu à caça do inseto.
Esta ali, disse uma, não!, foi pra lá, alertou a outra...e teve aquela que quase subiu na cadeira. Eu e o Ranzinza olhávamos aquela cena sem acreditar: o gerente suando, correndo atrás da barata, e as mulheres saindo das mesas, arrastando cadeiras e quase subindo pelas paredes – quem não subiu mesmo foi a barata.
Mas o que nos incomodava não era aquele inseto, nem a luta travada pelo gerente para dar cabo daquele problema e fazer com que as fugitivas voltassem aos seus lugares e terminassem o almoço – se isso fosse possível, depois daquela mixórdia.
O que nos incomodava era o frezzer. Aquele objeto de metal de um metro e oitenta de altura havia nos expulsado de nosso sacrossanto lugar. Aquele impávido colosso retrô, pintado de erva-doce (sim, isso é nome de cor) era agora o nosso inimigo – sempre será.
O restaurante precisa evoluir, prestar novos serviços, vender mais produtos, aumentar os lucros – afinal, ninguém come uma porção de calabresa acebolada com café!
No final das contas ambos perdemos a batalha: a barata para o gerente, nós para o lucro!!!
Quinta-feira, Janeiro 14, 2010
Wellcome back - De volta para o aconchego!
Em abril de 2007 este blog deu seu último suspiro. Me afastei, junto com meu amigo Roberto Prado para experimentar outros ares e passar por outras experiências. Entre muitos erros e alguns acertos eu vivi intensamente todo este tempo afastado daqui. Este blog foi quem me gestou, quem me pariu para a blogosfera e o mundo literário. Hoje, depois de quase 3 anos estou de volta mais amadurecido. É bom estar de volta ao lar e se sentir aconchegante e confortável. Manterei minha lista intacta para que todos possam se lembrar de mim, e para que eu não esqueça de todas essas pessoas que me seguiam. Acredito que voltaremos a nos falar e matar as saudades dos bons tempos.
Estou feliz por voltar aqui e começar tudo de novo.
"Onde existe um caminho, há uma possibilidade."
Alexandre Costa
Estou feliz por voltar aqui e começar tudo de novo.
"Onde existe um caminho, há uma possibilidade."
Alexandre Costa
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